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terça-feira, 29 de maio de 2012

Será que um calendário bem organizado evitaria lesões no futebol brasileiro

Quando chega a metade do mês de maio, muitos times brasileiros começam com uma rotina bastante exigente nos treinos.  A preparação física dos atletas nos campeonatos que ocorrem durante o ano, tem que ser puxada mais com bastante cautela, pois muitos times disputam mais de uma competição ao mesmo tempo durante esse período. E nessa desgastante temporada, as equipes têm que se preparar para não perder nenhum atleta por lesões ou desgastes físicos.
Durante esse período as grandes equipes do futebol nacional levam uma grande vantagem, pois dentro delas existem profissionais encarregados e de alto gabarito para cuidar desses atletas, sem falar também da estrutura que esses times dão aos atletas, mas infelizmente esses cuidados e o suporte dado não blindam os atletas de ter alguns desses desagradáveis problemas, e muitos atletas acabam que saindo do campo direto para uma sala de fisioterapia ou até para uma sala de cirurgia.  Além desses cuidados, os atletas também têm que se cuidar nos jogos com lesões provocadas por outros atletas, campos irregulares ou até mesmo pelo cansaço que essa rotina diária faz o atleta ter.
Quantas vezes vemos por ai noticias de jogadores que estavam em perfeitas condições e após o jogo ele tem que ser afastado por alguma lesão sofrida ou até mesmo pela rotina de treinos e jogos pesados que fazem com que o corpo do atleta não aguente tamanha pressão. Isso nos faz pensar o porquê o órgão competente que toma conta do nosso futebol, a CBF, não ajusta o calendário futebolístico organizando ele de tal forma que times brasileiros não precisem participar de duas competições ao mesmo tempo, assim ajudando os atletas com futuras lesões?

Esse ajuste melhoraria em grandes proporções o desempenho dos atletas além de melhorar o rendimento dos clubes nessas competições fazendo com que os lucros tanto para as equipes quanto para os órgão que cuidam dessas competições surjam em maior proporção.  Então se algo que possa ajudar a todos não é aplicado aqui como já foi em outros países?! Um Pais que quer fazer a maior copa do mundo, continua refém de ter atletas se lesionando por coisas que podem ser solucionadas se as pessoas do grande escalão mudar datas e diminuir um calendário esportivo. Vamos pensar no bem dos nossos atletas e cuidar deles melhor!!!

Thamires Amorim

quarta-feira, 28 de março de 2012

Porque só os grandes têm a vez


Com o passar dos anos, a evolução da mídia vem sendo destaque, mais em algumas “coisas” essa evolução não aparece muito bem, principalmente quando ela é dentro do esporte.
Sempre que ligamos a TV, que abrimos um jornal, que ligamos um rádio ou até abrimos uma página na internet, o tema “esporte”, está sempre em destaque.
A evolução foi grande, mais ainda precisa melhorar. Sentimos a diferença quando vemos que não é só o futebol que é debatido e falado, outros esportes que antigamente nem era citado hoje vemos com freqüência na boca do povo. O grande problema é que ainda existe uma hierarquia com os grandes. Isso mesmo, nos dias atuais, os times de expressão mais baixa não tem vez na mídia.
Muitos dizem que não, mais é só você entrar em um portal esportivo, assistir um programa de TV  que você vera que essa é a grande realidade.  Na mídia brasileira, 95% das matérias vistas é sobre o Corinthians, Flamengo, São Paulo, Vasco (...), os outros 5% é destinado aos times de menor estrutura e claro, menor poder aquisitivo.

Mais se engana quem acha que isso só ocorre no eixo sul, aqui em Pernambuco as coisas também são iguais. Quando está se falando em futebol, as mídias que cobre esse esporte falam de todos os times, mais seu grande foco é o Náutico o Santa Cruz e o Sport, os outros nove times que participam do campeonato são apenas meros coadjuvantes que não interferem em nada, só que o problema é que em as vezes esses coadjuvantes podem fazer mais bonito do que os principais, e sem eles não existia campeonato.  
Um grande exemplo disso é o time do Salgueiro, ele liderou o campeonato Pernambucano por várias rodadas e desde que perdeu a essa liderança voltou a ter menos expressão na mídia.
A mídia que tanto fala que vem para ajudar, que todos os times são iguais, que não importa o peso da camisa, é a primeira a classificar quem merece destaque e quem não merece. Tudo bem que alguns times mereçam destaque maior, mais isso não quer dizer que eles são mais importantes que os outros, como parece ser.

Outro exemplo de importância vem do jogador Neymar, todos sabemos, que ele é um bom jogador, que está se tornando um dos melhores do mundo, mais para ele ser tão bom ele precisa de ajuda, pois sozinho ele não faz nada. Para ele ser esse grande jogador, ele precisa que seu time tenha uma zaga boa que não deixa o time levar gol, bons laterais para iniciar boas jogadas e bons meias para fazerem com que a bola chegue a ele. Se ele não tiver isso, como é que ele vai jogar um bom futebol. Futebol é esporte coletivo, cada um precisa do outro para jogar e não é só 3 times que fazem um campeonato, os grandes precisam dos pequenos para sobreviver, então a mídia poderia começar a olha isso e perceber que os pequenos são a força dos grandes, e sem eles não existiria um grande campeonato, então seria muito bom ver a mídia tratar os times de menor popularidade por igual, só assim ia fazer com que a cultura desses times não sumissem e que cada vez eles consigam se reestruturar e mostrar que eles também “tem a força” e são essências em seus campeonatos.

Thamires Amorim

quarta-feira, 14 de março de 2012

Qual será o futuro do Futebol Pernambucano...

O futebol pernambucano já revelou jogadores  na década de 80 e 90 que fizeram parte da seleção brasileira , que contribuíram para os títulos mundiais de 94 e 2002. Outros foram apenas convocados para fazer parte do elenco em simples amistosos, mas nos últimos tempos há uma carência para revelar jogadores que tenham conhecimento nacional ou até, mesmo, internacionalmente e que possam contribuir para o futebol pernambucano e o brasileiro.
Nos dias atuais, apenas dois jogadores saíram do futebol pernambucano para jogar em times “grandes” do Brasil, mas apenas um foi convocado para a seleção brasileira, o volante Rômulo,  que disputou o campeonato pernambucano de 2009 pelo Clube Atlético do Porto, e desde o segundo semestre  deste mesmo ano, foi vendido ao clube carioca, Vasco da Gama.
Como amantes do futebol e frequentadores de estádios de Pernambuco sentimos falta de uma preparação dos clubes para formar novos jogadores que tenham representatividade no esporte; pois no estado as oportunidades para atletas nos clubes estaduais são poucas.  Porque será que os jogadores pernambucanos giram apenas entre os times do estado? É falta de técnica dos atletas, falta de oportunidades, ou falta de estrutura dos clubes para formar  futuros jogadores pernambucanos? Aí voltamos para o caso do volante Rômulo que veio do Piauí e foi formado na base do “Gavião do Agreste” e os pernambucanos aonde estão? Será que todos eles desistiram de tentar o sonho de ser um jogador de expressão nacional ou internacional sendo formado no estado de origem? Eis a questão.
Pelo que vemos, a formação de vários atletas ficou no passado, será que o futebol pernambucano vai revelar mais alguma promessa? Ou teremos que esperar mais uma ou duas décadas para ver isso!!!

Equipe Mais Esportes

quarta-feira, 7 de março de 2012

Quarta-feira é dia de futebol em Pernambuco

 

A quarta-feira já entrou no calendário dos amantes do futebol brasileiro ou até no mundo. Em Pernambuco não é diferente, hoje acontecerá mais uma rodada do Campeonato Estadual, será realizada seis partidas da capital ao sertão.
Sport enfrenta o Araripina, em casa, tentando assumir a ponta da tabela. O Leão está na segunda posição com 30 pontos. Já o Náutico joga contra o Porto, que ocupa a décima posição e quer a vitória em cima do Timbú para se distanciar da zona de perigo. Já o alvi-rubro  precisa da vitória para não ficar distante do líder.
O Santa Cruz é o único da capital que joga fora do Recife e vai até a cidade de Belo Jardim enfrentar a equipe do Belo Jardim. O tricolor precisa dos três pontos para continuar no G4, caso o tricolor do Arruda perca o jogo pode perder a 4º posição que pode garanti-lo no quadrangular final.
O Central joga no “Lacerdão” contra o Ypiranga, tentando tomar a 6º posição do time de Santa Cruz do Capibaribe. Com a vitória a patativa pode cair na graça da torcida e dar mais esperança de classificação para serie “D”, do campeonato brasileiro deste ano, a sua torcida.
O Salgueiro, líder com 31 pontos, recebe o Petrolina, 4º colocado, e quer a vitória para se isolar na liderança. O Petrolina quer a vitória para entrar no G4 e se garantir no quadrangular final e uma possível classificação para a serie “D” do brasileirão.
O, quase rebaixado, America viaja até a cidade de Serra Talhada para enfrentar o time local e tenta a reabilitação na competição que não está perdida para o elenco do “Mequinha”, pois 21 pontos serão disputados até o fim do estadual.
Ao fim dessa rodada podemos ter supressas e acontecimentos óbvios, então é conferir a rodada para ter certeza.

Leonardo Lima